Libertar-se para sentir e oferecer compaixão.
Sejamos honestos: apesar de todos os nossos esforços, nem sempre nos sentimos compassivos. Podemos nos criticar por uma escolha que fizemos, por algo que dissemos ou por uma ação que praticamos ou deixamos de praticar. Podemos nos sentir irritados com um amigo, familiar ou colega. Ou podemos nos sentir incapazes de estender nossa compaixão a pessoas fora do nosso círculo íntimo que sabemos que estão sofrendo.
Se isso lhe parece familiar, não se preocupe. É totalmente compreensível. Vivemos vidas agitadas, sobrecarregados por notícias, exigências e desafios. Não é de se estranhar que, às vezes, nos sintamos esgotados e levados a um estado de "desligamento total".
Mas isso não significa que não possamos encontrar saídas – maneiras de nos ajudar a recomeçar.
Uma área crescente de pesquisa está nos ajudando a compreender as chamadas "barreiras à compaixão" — as coisas em nossas vidas, os padrões de pensamento, as suposições que nos impedem de experimentar o poder da compaixão por nós mesmos e pelos outros. Usando esse conhecimento, podemos enfrentar essas barreiras de frente e começar a nos libertar dos fardos que inibem nossa compaixão.
